O meu blog
Mostrar mensagens com a etiqueta materiais. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta materiais. Mostrar todas as mensagens
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Vinis- as minhas montagens
Falando um pouco de vinis ou soft baits acho que podem ser a soluçao para locais onde a pressao humana é muito forte porque nao emite ruido como as amostras solidas que tem ratling, outra vantagem e pescar em toda a camada de agua outra ainda é o preço.
Como desvantagem os lancamentos sao mais dificies e a vida util curta.
Existem muitas maneiras de montar os vinis seja a texas, carolina etc. Eu vou mostrar como faço as minhas, não é algo original pois é uma adaptacão do que se faz com isco vivo, é algo que aparece em antigos manuais franceses de pesca e alem disso ja existem vinis que podem ser comprados assim.
Os vinis que uso para spinning de mar são de uma forma geral os Shads e os minnows montados com cabeçote.
Para mim a desvantagem de usar um cabecote é ter apenas um anzol. Para combater esta situação monto um anzol extra e passo a explicar como faço.
Shads
Os shads são os vinis que mais uso para procurar peixe perto do fundo, o seu corpo com pequenas reentrancias tal como o "pé" emitem vibracões que funcionam bem numa recuperação lenta com pequenos toques de pulso apenas para levantar do fundo. São uma boa arma para peixes bentonicos .
Uma vez que pesco 100% em fundo rochoso coloco um anzol extra na parte superior do vinil ligado por um cabo de aço ao anzol do cabeçote. Com esta opção tenho mais um anzol desponivel numa zona que recebe "ataques" ou que como acontece com os kabura jigs o peixe trinca como que para testar.
Minnows
Os minnows dou uma utlização semelhante aos bucktails, recuperações rapidas a meia agua e/ ou tipo passeante numa camada mais superficial, nestes vinis uso um anzol triplo na parte inferior pois não à o problema de prender no fundo.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Chumbadas ecológicas
Na fabricação das "chumbadas ecológicas" são empregados materiais como argila, areia e pó de pedra, os quais são biocompatíveis com o fundo dos rios e lagos, em substituição às tradicionais de chumbo, que contaminam a água e os peixes.
Na composição química das chumbadas cerâmicas entram 30% de alumina, 45% de sílica, 15% de ferro e 10% de cálcio. A empresa fornece o novo material para pesca por quilo ou em cartelas com 150 a 200 gramas, com folder institucional. Segundo a empresa, a aceitação no exterior tem sido boa. Devido à diferença de densidade, as chumbadas cerâmicas precisam ser maiores que as tradicionais de chumbo, o que não impede que sejam usadas da mesma forma, com a vantagem de, por serem maiores, não nos enroscar mesmos lugares que os menores feitos de chumbo. As chumbadas cerâmicas perdidas no fundo de rios e lagos deterioram-se mais rapidamente, não contaminando a água e o solo.
Como todo metal pesado, o chumbo degrada-se muito lentamente no meio ambiente, persistindo durante décadas no solo e no fundo de rios, lagos e represas. Não é metabolizado pelos animais e sofre o processo de bioacumulação, afetando mais os animais do topo da cadeia alimentar, entre os quais está o homem. O chumbo é comprovadamente carcinogênico (causa câncer), teratogênico (causa malformações estruturais no feto, baixo peso e/ou disfunções metabólicas e biológicas) e tóxico para o sistema reprodutivo (causa disfunções sexuais, aborto e infertilidade).
Para saber mais http://facebook.com/chumbadaecologica
Na composição química das chumbadas cerâmicas entram 30% de alumina, 45% de sílica, 15% de ferro e 10% de cálcio. A empresa fornece o novo material para pesca por quilo ou em cartelas com 150 a 200 gramas, com folder institucional. Segundo a empresa, a aceitação no exterior tem sido boa. Devido à diferença de densidade, as chumbadas cerâmicas precisam ser maiores que as tradicionais de chumbo, o que não impede que sejam usadas da mesma forma, com a vantagem de, por serem maiores, não nos enroscar mesmos lugares que os menores feitos de chumbo. As chumbadas cerâmicas perdidas no fundo de rios e lagos deterioram-se mais rapidamente, não contaminando a água e o solo.
Como todo metal pesado, o chumbo degrada-se muito lentamente no meio ambiente, persistindo durante décadas no solo e no fundo de rios, lagos e represas. Não é metabolizado pelos animais e sofre o processo de bioacumulação, afetando mais os animais do topo da cadeia alimentar, entre os quais está o homem. O chumbo é comprovadamente carcinogênico (causa câncer), teratogênico (causa malformações estruturais no feto, baixo peso e/ou disfunções metabólicas e biológicas) e tóxico para o sistema reprodutivo (causa disfunções sexuais, aborto e infertilidade).
Para saber mais http://facebook.com/chumbadaecologica
domingo, 11 de dezembro de 2011
montagem assist hook 2
A montagem de um assist hook é uma tarefa na qual podemos poupar uns cobres, existem varias maneiras de o fazer e a que se segue é apenas mais uma. Estas fotos foram retiradas do forum FISHWRECKED.COM.
Apertar e pronto a pescar
Apertar e pronto a pescar
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
barkley power honey worm
A pensar numa futura ida as trutas e para ter uma opção diferente ás medalhas adquiri estas larvas barkley.
Aqui o uso de iscos naturais é proibido e ainda bem que assim é pois evita situações indesejáveis como a introdução de espécies não indígena e/ou possíveis pragas ( a nível de insectos) por exemplo.
Estas larvas de abelha tem um especto muito realista alem do mais por ser artificial não necessita de qualquer cuidado na conservação outro especto importante é o cheiro "atractivo" que emana.
Existem em 3 cores; natural, amarelo e vermelho. Em cada frasco vem 55 unidades.
Existe a venda pelo menos numa loja da especialidade aqui na ilha (giga shoping) e custa cerca de 6€.
resultados na pesca em breve!!!
terça-feira, 1 de março de 2011
tuf-line xp
Aqui esta a minha ultima aquisição para o spinning e jig-casting.
Ja a algum tempo que estava a namorar esta linha, aliais estava indeciso entre esta e a power pro.
Para terem uma ideia esta linha foi criada usando tecnologia aeroespacial.
Quanto a cor vermelho da mesma, foi uma escolha lógica uma vez que é a cor que desaparece mais rapidamente dentro da agua e já agora também fica gira no carreto.
sábado, 29 de janeiro de 2011
libras e mm

Viva
É comum muitos pescadores fazerem a comparação de milímetros com libras quando compram uma linha.
A diferença é que, e falando de uma forma mais simples, os milímetros da linha é logicamente a grossura da linha ( área da linha), e libras é o peso que suporta.
Por isso existem linhas com os mesmos mm e com libras diferentes.
Uma libra corresponde a 0.450kg
Muitas linhas trazem a informação completa na embalagem mas outras não, por isso em baixo deixo as medidas mais comuns.

12lb 0,20mm
17lb 0,35mm
20lb 0,40mm
25lb 0,45mm
30lb 0,50mm
40lb 0,60mm
50lb 0,70mm
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
daiwa us-1/0 e wando world170f
As minhas ultimas aquisições em amostras foram a Daiwa us-1/0 uma amostra de 12.5 cm, peso de 18 gr cor branco pérola, uma cor que tem feito estragos um pouco por todo lado em especial pelo mediterrâneo.

É uma amostra sem pala e que afunda cerca de 30 cm.
Pelo que já experimentei é muito boa a lançar mas como o mar estava a mexer um pouco ainda não me apercebi como trabalha.
Quanto a outra amostra é uma incerteza mas tenho fé que me vai algumas alegrias.
É uma wando world 170f,a cor parece de boga, tem 17cm e pesa cerca de 50gr e nada a uma profundidade que pode ir até aos 1,20 mt.

É uma amostra pouco usada na costa Portuguesa talvez pelo tamanho e peso mas em Espanha é utilizada na pesca dos Polemetons e peje rei.
Aqui na ilha a quem use cavalas gradas no corrico com sucesso logo o tamanho e o peso não serram assim um problema.
Outro ponto que me fez comprar esta amostra é uma "regra da natureza" que se baseia no seguinte: Um predador não gasta mais energia do que aquela que a presa ira dar. logo um minnow de 12cm não ira despertar assim tanto interesse de um predador de 10 kg como uma de 17cm. Penso eu
Agora só experimentar e ver os resultados.
É uma amostra sem pala e que afunda cerca de 30 cm.
Pelo que já experimentei é muito boa a lançar mas como o mar estava a mexer um pouco ainda não me apercebi como trabalha.
Quanto a outra amostra é uma incerteza mas tenho fé que me vai algumas alegrias.
É uma wando world 170f,a cor parece de boga, tem 17cm e pesa cerca de 50gr e nada a uma profundidade que pode ir até aos 1,20 mt.
É uma amostra pouco usada na costa Portuguesa talvez pelo tamanho e peso mas em Espanha é utilizada na pesca dos Polemetons e peje rei.
Aqui na ilha a quem use cavalas gradas no corrico com sucesso logo o tamanho e o peso não serram assim um problema.
Outro ponto que me fez comprar esta amostra é uma "regra da natureza" que se baseia no seguinte: Um predador não gasta mais energia do que aquela que a presa ira dar. logo um minnow de 12cm não ira despertar assim tanto interesse de um predador de 10 kg como uma de 17cm. Penso eu
Agora só experimentar e ver os resultados.
sábado, 11 de dezembro de 2010
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Passadores low rider

No início da década de 1980, os passadores montados nas canas, eram feitos de arame. Após muito uso, testes e desenvolvimento de materiais,surgiu a evolução.
Hoje em dia são construídos em materiais de altíssima qualidade, oferecendo confiança no desempenho e, principalmente, na resistência.
A alguns anos atrás surgiu no mercado os passadores low rider.
Estes apresentam um conceito diferente do estabelecido há muitos anos no mercado: tem diâmetro menor que o dos passadores convencionais, tendo o primeiro passador apenas 20 milímetros de diâmetro externo e 13 mm de diâmetro interno.
O design arrojado não tem apenas motivações estéticas. O sistema diminui os espirais formados pela linha quando saem do carreto em alta velocidade; consequentemente, o atrito da linha com o anel interno também é menor, conferindo ao chumbo maior velocidade e distância.

Outra vantagem incontestável do sistema é que ele praticamente acaba com as indesejáveis “laçadas” quando arremessamos. O design arredondado desse sistema não permite que a linha se prenda na base do passador.

A performance dos passadores low rider é otimizada com o uso de linhas finas, recomendando-se o uso de linhas de monofilamento com até 0,25 mm, ou linhas de multifilamento também finas.
Actualmente no mercado existem alguns tipos de passadores, onde se destaca uma marca, FUJI.
Os passadores mais usuais são:
SIC (Silicon Carbide): uma das cerâmicas mais avançadas, desenvolvida para trabalhar em altíssimas temperaturas.
Alconite: tipo especial de cerâmica que oferece resistência, leveza e durabilidade.
Hardloy: anéis em óxido de alumínio polidos em diamantes, para evitar o desgaste da linha.
Titânio: extremamente leves e resistentes à corrosão, são os topos de gama.
Os passadores Low Rider normalmente são montados em canas de2 ou três partes,sejam canas de surf-casting ou spinning, normalmente com seis ou sete passadores mais a ponteira. O primeiro passador é invertido, o mesmo valendo às vezes para o segundo também, dependendo da montagem. A distância do reel seat para o primeiro passador é em media de 120 centímetros.
Como foi dito, o sistema low rider funciona bem para linhas com finas. Contudo em algumas regiões a pesca exige linhas mais grossas , quando por exemplo existe muito sargaço e sujidade que, durante o recolhimento da linha, entopem os primeiros passadores, inviabilizando o uso desse tipo de material. Para esses casos, os passadores low rider não são indicados.
sábado, 9 de outubro de 2010
Mudar porta-carreto
Recentemente tive que mudar um porta-carreto de uma cana de bóia, no meu caso foi por se ter estragado no transporte depois de uma jornada de pesca, Mas há quem mude por uma questão de estilo, qualidade ou até para alterar o seu posicionamento na cana ( mais acima ou mais abaixo).
Hoje em dia a crise económica é desculpa para tudo e nesse sentido o " faça você mesmo" esta na moda. Pois para alem de se poupar alguns €uros também obtemos a satisfação pessoal de usar algo feito por nós.
Neste caso o porta-carreto é de chapa.
Esta tarefa é fácil, e assemelhasse muito a mudar um passador.
O 1º passo é reunir todo o material que vai necessitar:
- cola epoxida
-linha própria para passadores
-pincel
-tesoura
-20cm de monofilamento fino
- porta-carreto ( no caso de ter de mudar)
Isto é tudo material que uma qualquer loja de pesca tem a venda.
2º passo é retirar o porte carreto-antigo e limpar bem a cola antiga e todos os vestígios.
3º passo é colocar o porta-carreto novo no local exacto e prender com fita cola depois de estar fixo podemos começar a enrolar a linha até tapar o pé todo (metendo as pontas da linha para dentro com a ajuda do monofilamento).
Depois de o porta-carreto estar completamente fixo com a linha passamos ao passo seguinte.
4º e ultimo passo: fazer a mistura epoxida( no caso de usar cola de frasco ex: vega leve uns 7/8 segundos ao microondas) e aplicar depois ir girando a cana em posição horizontal para não criar "lombas".
Depois da cola secar a cana esta pronta para ir a pesca.
Subscrever:
Mensagens (Atom)



















